
"conflito"(cisão,dualidade).
Assim, fui levada a escutar o momento.O que é isso?!... e esse movimento, me levou diretamente à lembrança de Freud e Jung.
Um dia, voltando de uma cidade do interior(Bahia), pesquisava sobre histeria. Me deparei com a história do como Jung escreveu o livro - Memórias, Sonhos e Reflexões. Fiquei encantada com o processo. E logo também lembrei de Freud.

Reflexiva, lembrei do como acontecia o trabalho de ambos... conhecimento do trabalho a ser feito, pesquisa teórica e de campo... acolhendo valiosamente, os "insights". Inundei-me de reflexões sobre essas construções e a minha construção.
Como já não poderia usar a música, que sentia envolver minha alma, por causa do tamanho (tempo), com essas reflexões, fui garimpando no íntimo e no campo, o que era para o momento... e iniciei pela música. Pensei, qual música arrebataria tão de súbito.

Fui revendo fotos, ouvindo músicas... até que, fui levada à proposta anterior, ENCONTRO COM A VERDADE E A TRANSMUTAÇÃO. E retomei a proposta de Dança-teatro com ação reflexivo-terapêutica.
Senti o convite mais uma vez, do BOLERO DE RAVEL. Sua marcação intensa e crescente. Sua história(A origem do Bole- ro provém de um pedido da dançarina Ida Rubinstein, que encomendou a Ravel a criação de um balé a caráter espanhol. Ravel pensou poder arranjar alguns extratos de Iberia, um conjunto de peças para piano de Isaac Albéniz, mas ele não pôde obter os direitos de fazer como desejava, pois Albéniz havia dado os direitos de arranjo a seu pupilo Ferdinand Enrique Arbos.
... mas algo era um impedimento básico, O TAMANHO. O bolero em sua construção "mais" original, conta de 17 a 18 minutos... e,
embora eu já tivesse encontrado, em época uma de outra dança, versão com cinco minutos, eu só tinha 4 minutos para usar. Encontrei finalmente, uma versão possível.


Veio de um video, onde a música é tocada por quatro músicos e apenas um violoncelo. Me cativou e inspirou criativamente...

No video, os músicos entram e o som dos sabatos aparece. Pensei - dançarei calçada. Daí, já pensei no figurino e no todo necessário à construção.



Diante dos vários caminhos até a conclusão, pensei em nomear de EROS E PSIQUĖ. Porém, diante de tantas possibilidades ao longo do processo, entre criar, hesitar e sustentar a proposta, compreendi que tinha a ver com Caos e Eros-ser primordial. Não, o de afrodite


e que tudo isso se traduzia em, COMPLEXIDADE, dialogan- do... experimentando os primordiais, CAOS e EROS.
Um dia, voltando de uma cidade do interior(Bahia), pesquisava sobre histeria. Me deparei com a história do como Jung escreveu o livro - Memórias, Sonhos e Reflexões. Fiquei encantada com o processo. E logo também lembrei de Freud.
Reflexiva, lembrei do como acontecia o trabalho de ambos... conhecimento do trabalho a ser feito, pesquisa teórica e de campo... acolhendo valiosamente, os "insights". Inundei-me de reflexões sobre essas construções e a minha construção.
Como já não poderia usar a música, que sentia envolver minha alma, por causa do tamanho (tempo), com essas reflexões, fui garimpando no íntimo e no campo, o que era para o momento... e iniciei pela música. Pensei, qual música arrebataria tão de súbito.
Fui revendo fotos, ouvindo músicas... até que, fui levada à proposta anterior, ENCONTRO COM A VERDADE E A TRANSMUTAÇÃO. E retomei a proposta de Dança-teatro com ação reflexivo-terapêutica.
Senti o convite mais uma vez, do BOLERO DE RAVEL. Sua marcação intensa e crescente. Sua história(A origem do Bole- ro provém de um pedido da dançarina Ida Rubinstein, que encomendou a Ravel a criação de um balé a caráter espanhol. Ravel pensou poder arranjar alguns extratos de Iberia, um conjunto de peças para piano de Isaac Albéniz, mas ele não pôde obter os direitos de fazer como desejava, pois Albéniz havia dado os direitos de arranjo a seu pupilo Ferdinand Enrique Arbos.
Em vez disso, Ravel compôs uma nova obra.
A estreia deu-se em Paris, na Ópera Garnier, em 22 de Novembro de 1928 sob direcção de Walther Straram, com coreografia deBronislava Nijinska e cenários de Alexandre Benois. Uma das dançarinas foi Ida Rubinstein, e a peça causou escândalo devido à sensualidade da coreografia.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Bolero_(Ravel)
... mas algo era um impedimento básico, O TAMANHO. O bolero em sua construção "mais" original, conta de 17 a 18 minutos... e,
embora eu já tivesse encontrado, em época uma de outra dança, versão com cinco minutos, eu só tinha 4 minutos para usar. Encontrei finalmente, uma versão possível.
Veio de um video, onde a música é tocada por quatro músicos e apenas um violoncelo. Me cativou e inspirou criativamente...
No video, os músicos entram e o som dos sabatos aparece. Pensei - dançarei calçada. Daí, já pensei no figurino e no todo necessário à construção.
Diante dos vários caminhos até a conclusão, pensei em nomear de EROS E PSIQUĖ. Porém, diante de tantas possibilidades ao longo do processo, entre criar, hesitar e sustentar a proposta, compreendi que tinha a ver com Caos e Eros-ser primordial. Não, o de afrodite
("O poeta romano Ovídio foi o primeiro a atribuir a noção de desordem e confusão à divindade Caos.
Todavia, Caos seria para os gregos o contrário de Eros.
Tanto Caos como Eros são forças geradoras do universo. Caos parece ser uma força mais primitiva, enquanto Eros uma força mais aprimorada. Caos significa algo como "corte", "rachadura", "cisão" ou ainda "separação", já Eros é o princípio que produz a vida por meio da união dos elementos (masculino e feminino).)
https://pt.wikipedia.org/wiki/Caos_(mitologia)
https://pt.wikipedia.org/wiki/Caos_(mitologia)
e que tudo isso se traduzia em, COMPLEXIDADE, dialogan- do... experimentando os primordiais, CAOS e EROS.




























































